P. Fausto Leonida Colecchia

P. Fausto Leonida Colecchia

* 15.10.1943
† 18.04.2021
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Padre Fausto Leonida Colecchia nasceu no dia 15 de outubro de 1943 e tinha 77 anos. Fez os primeiros votos no dia 29 de setembro de 1961 e foi ordenado sacerdote no dia 17 de abril de 1971.

Atualmente residia em Roma (Itália). Ele pertencia à Província ITM.

O Senhor é meu pastor, nada me falta (Sl 23,1)


O P. Fausto Leonida Colecchia nasceu a 15 de outubro de 1943 na região de Molise, em Montenero di Bisaccia (CB), mas viveu numa casa de campo em Petacciato (CB). Aos onze anos de idade, entrou na Escola Apostólica “Casa S. Maria” em Pagliare (AP), onde frequentou o ensino médio e o ginásio.

Depois do ano de noviciado em Foligno, fez a sua primeira profissão religiosa a 29 de setembro de 1961. Entre 1961 e 1970, manteve-se em Foligno, onde fez o Ensino Médio, frequentando , depois, os estudos de Teologia no Seminário Regional de Assis. Antes de iniciar o estudo da Teologia, esteve dois anos em Pagliare como prefeito dos alunos da Escola Média e Secundária. Vivendo em Frascati, frequentou a Universidade Lateranense, onde obteve a Licenciatura em Teologia e um Diploma em Pastoral; depois frequentou o Instituto Bíblico, onde obteve a Licenciatura em Sagrada Escritura.

Foi ordenado padre na sua cidade, Petacciato, a 17 de abril de 1971. Manteve-se em Frascati até 1975. A partir de 1972, foi o responsável pelo setor apostólico. Ressaía a imagem de um homem comprometido, de caráter decisido, cheio de iniciativa. Juntamente com os confrades, esforçou-se por fazer com que as atividades da casa de Fracati correspondessem a opções que valorizassem a nossa presença sacerdotal e religiosa, tomando parte em várias atividades. Envolveu-se no acolhimento de grupos, na maioria religiosos, e no apostolado nomeadamente na Borgata Colle Pizzuto. Deu a sua colaboração com entusiasmo e competência e chegou mesmo a obter a qualificação de gestor comercial grossista e retalhista.

Em 1975, iniciou a sua atividade como responsável das Edizioni Dehoniane, durante alguns anos, e da livraria em Nápoles, durante cerca de dez anos. Durante cerca de quinze anos, editou a revista “Presenza Cristiana” e durante cerca de dez anos esteve à frente da Secretaria Provincial dos benfeitores, em Andria. Enriquecia a revista com alguns artigos e pernsamentos seus, apesar de ir assinando sempre com nomes diferentes. Dedicou-se aos Benfeitores da Secretaria com rigor, mas também com criatividade, através do envio de subsídios ou folhetos da sua autoria. Uma das suas iniciativas tm a ver com os “Dehonianos orantes”, em que convidava os benfeitores a viver de acordo com o espírito dehoniano: amor e reconciliação, oração diária e dois momentos especiais por mês, a primeira e a terceira sexta-feira do mês.

Além destes compromissos, teve outras responsabilidades como Superior, Pároco, Conselheiro Provincial durante nove anos, Presidente da Comissão de Espiritualidade e da Família Dehoniana, à qual se dedicou com particular cuidado, especialmente atrvés do grupo de “Oblatos” com os quais manteve contato mesmo durante sua estada na Clinica dela Mercede, em Roma, onde viria a falecer a 18 de abril de 2021.

Sempre trabalhou com grande empenho, competência e responsabilidade com seu caráter tenaz e incansável. Era um padre que vivia o espírito dehoniano e sempre amou o apostolado, nunca recusando compromissos de vários tipos, mesmo quando tinha dificuldades de saúde, especialmente nos olhos, razão pela qual se via obrigado a ser acompanhado.

Tinha uma inteligência viva e um espírito muito criativo que o levava a produzir não apenas a nível intelectual como escritor, mas também a nível material com certo gosto e competência. Deu provas disso particularmente no restauro do Santuário do Menino Jesus em Santo Antonio Abate e da igreja paroquial de Mandaradoni, onde foi pároco nos últimos anos.

Apesar de sua tenacidade e determinação, que em determindadas circunstâncias poderiam parecer uma limitação, nunca lhe faltou a estima pelo seu compromisso e, particularmente, pela sua espiritualidade, de que dava mostras nas suas relações e nos seus escritos.

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